Integrados, municípios e parceiros do Programa Vivendo a Estrada Real esperam que o fluxo de turistas possa aumentar e as comunidades envolvidas se beneficiarem
Identidade de Minas Gerais, a Estrada Real reúne os mais belos cartões-postais do estado. São paisagens, histórias, curiosidades e a possibilidade de vivenciar sempre boas experiências em centenas de atrativos espalhados em 199 municípios, dos quais 169 estão em Minas. Para promover o turismo nesse caminho de 1.630 quilômetros, que passa ainda por São Paulo e Rio de Janeiro, diversas iniciativas estão sendo desenvolvidas atualmente. Uma delas é a criação do roteiro turístico “Entre Serras: da Piedade ao Caraça”, formado por Caeté, Barão de Cocais, Santa Bárbara e Catas Altas.
O roteiro é um dos resultados do programa Vivendo a Estrada Real (VER), desenvolvido na região desde 2012 e fruto de uma parceria entre o Instituto Estrada Real e o SESI, que tem como objetivo fomentar o turismo nos destinos e fortalecer a imagem da Estrada Real no país. A iniciativa está sendo desenvolvida em parceria com as comunidades, empresários e prefeituras das quatro cidades.
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22/08/2013
01/08/2013
R$ 2,2 milhões serão investidos na revitalização do Santuário da Serra
Governador anunciou diversas melhorias que serão empreendidas na Serra da Piedade ao longo dos próximos dez meses
Em visita à Serra da Piedade, na manhã de ontem, 31, o governador de Minas Gerais, Antonio Anastasia, anunciou investimentos da ordem de R$ 2,2 milhões, sendo R$ 2 milhões do Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), e R$ 200 mil de contrapartida da Mitra Arquidiocesana de Belo Horizonte, para a revitalização do Santuário da Padroeira de Minas.
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| Anúncio foi feito na manhã de quarta-feira, 31, em frente à Ermida da Padroeira de Minas Gerais (Foto: Wellington Pedro/Imprensa MG) |
Conforme detalhou o governo, diversas melhorias serão empreendidas na Serra da Piedade ao longo dos próximos dez meses, quando deverão ficar prontas as obras. Pelo projeto, a Ermida da Padroeira passará por reforma e ganhará uma pista de acesso, assim como o restaurante terá sua entrada adaptada a portadores de necessidades especiais. Ainda estão incluídos no pacote projetos de iluminação externa e interna, redes hidráulica e elétrica e melhoria do sistema de comunicação e sonorização.
As obras na Serra da Piedade, que serão de responsabilidade da Mitra Arquidiocesana, atenderão ao que determina um decreto assinado no ano passado pelo governador, declarando o local como Atrativo Turístico de Especial Relevância.
Mais investimentos
Ontem, o governador também falou sobre o processo de implantação do Caminho Religioso Estrada Real (Crer), trajeto para peregrinação que liga os santuários da Padroeira de Minas, em Caeté, e da Padroeira do Brasil, no interior de São Paulo, num trajeto de cerca de 850 Km. Na primeira etapa, iniciada em 2011, foram feitos projetos para estruturação do Caminho e investidos R$ 299 mil. Em 2012, segundo o governo, foi concebido o conceito de peças gráficas como carimbos, mapas, guias turísticos, passaporte e certificado de conclusão da rota de peregrinação.
Agora, conforme Anastasia, será instalada a sinalização turística ao longo do Crer e executadas intervenções físicas para aumentar a segurança e o conforto dos peregrinos. “As obras devem ficar prontas no ano que vem, para permitir uma sinalização que vai dar aos peregrinos uma opção de um caminho religioso muito importante. Ao mesmo tempo, será um caminho cultural, gastronômico e turístico para o estado de Minas Gerais”, disse em entrevista coletiva.
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Caeté tem o 14º melhor IDH da Região Metropolitana de Belo Horizonte
Índice de Desenvolvimento Humano do município cresceu 45,31% em 20 anos, aponta Pnud. Educação foi a que mais contribuiu com incremento
Caeté é a 14ª cidade com melhor Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) entre os 34 municípios da Região Metropolitana de Belo Horizonte, de acordo com um estudo divulgado na última segunda-feira, 29, pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) intitulado "Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil 2013", publicação elaborada em parceria com a Fundação João Pinheiro e o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada.
Publicado pela primeira vez em 1990, o índice é calculado anualmente. Ele mede o progresso de uma população a partir de três dimensões analisadas: renda, longevidade e educação. O IDH dos municípios vai de 0 a 1: quanto mais próximo de zero, pior o desenvolvimento humano; quanto mais próximo de um, melhor. Os dados utilizados são os do Censo Demográfico do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Conforme a publicação, o IDHM de Caeté referente a 2010 é de 0,728, uma taxa de crescimento de 10,14% em relação ao índice verificado em 2000, quando o valor era 0,661. Com base nesses números, o IDH do município é considerado atualmente como “alto”. Se a comparação de 2010 for feita com a medição de 1991 (quando a cidade tinha IDH avaliado em 0,501 e desenvolvimento considerado “baixo”), o crescimento registrado foi de 45,31%.
Segundo explicou o relatório do Pnud, entre 1991 e 2000, a dimensão que mais cresceu em termos absolutos e, por consequência, elevou o IDHM de Caeté foi a educação (com crescimento de 0,237), seguida por longevidade e por renda. Porém, diz o documento, “Caeté teve um incremento no seu IDHM, nas últimas duas décadas, abaixo da média de crescimento nacional (47,46%) e abaixo da média de crescimento estadual (52,93%)”.
Ranking - Em relação a todas as 5.565 cidades brasileiras, Caeté aparece na 1081ª posição, sendo que 1.080 localidades estão em situação melhor e 4.485 municípios estão em situação igual ou pior. Se o universo for os 853 municípios mineiros, Caeté ocupa a 93ª posição, sendo que 92 cidades estão melhores que Caeté e outras 761 em condições piores ou iguais.
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Caeté é a 14ª cidade com melhor Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) entre os 34 municípios da Região Metropolitana de Belo Horizonte, de acordo com um estudo divulgado na última segunda-feira, 29, pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) intitulado "Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil 2013", publicação elaborada em parceria com a Fundação João Pinheiro e o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada.
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| Conforme o Pnud, a maioria das cidades brasileiras evoluiu positivamente, inclusive Caeté (Foto: Spydcolor) |
Publicado pela primeira vez em 1990, o índice é calculado anualmente. Ele mede o progresso de uma população a partir de três dimensões analisadas: renda, longevidade e educação. O IDH dos municípios vai de 0 a 1: quanto mais próximo de zero, pior o desenvolvimento humano; quanto mais próximo de um, melhor. Os dados utilizados são os do Censo Demográfico do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Conforme a publicação, o IDHM de Caeté referente a 2010 é de 0,728, uma taxa de crescimento de 10,14% em relação ao índice verificado em 2000, quando o valor era 0,661. Com base nesses números, o IDH do município é considerado atualmente como “alto”. Se a comparação de 2010 for feita com a medição de 1991 (quando a cidade tinha IDH avaliado em 0,501 e desenvolvimento considerado “baixo”), o crescimento registrado foi de 45,31%.
Segundo explicou o relatório do Pnud, entre 1991 e 2000, a dimensão que mais cresceu em termos absolutos e, por consequência, elevou o IDHM de Caeté foi a educação (com crescimento de 0,237), seguida por longevidade e por renda. Porém, diz o documento, “Caeté teve um incremento no seu IDHM, nas últimas duas décadas, abaixo da média de crescimento nacional (47,46%) e abaixo da média de crescimento estadual (52,93%)”.
Ranking - Em relação a todas as 5.565 cidades brasileiras, Caeté aparece na 1081ª posição, sendo que 1.080 localidades estão em situação melhor e 4.485 municípios estão em situação igual ou pior. Se o universo for os 853 municípios mineiros, Caeté ocupa a 93ª posição, sendo que 92 cidades estão melhores que Caeté e outras 761 em condições piores ou iguais.
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27/06/2013
VÍDEO: Protestos marcaram a semana em Caeté
Entre reivindicações, grupo cobrou passe livre para estudantes e melhorias no transporte público e na saúde do município
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13/06/2013
VÍDEO: 1ª Descida do Morro Serrote
Júnior Vieira, de 16 anos, estabeleceu o melhor tempo e venceu a competição de mountain bike
O título de campeão da primeira descida do Morro Serrote, evento realizado no último fim de semana em Caeté, foi para o jovem Júnior Vieira. Com apenas 16 anos, ele desbancou competidores experientes e fez o menor tempo da competição. Em apenas 2 minutos, ele percorreu o percurso de pouco mais de 700 metros, entre o alto do morro e um campo que fica atrás da Escola Estadual José Brandão, e comemorou sua vitória.
Assista aos melhores momentos do evento.
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O título de campeão da primeira descida do Morro Serrote, evento realizado no último fim de semana em Caeté, foi para o jovem Júnior Vieira. Com apenas 16 anos, ele desbancou competidores experientes e fez o menor tempo da competição. Em apenas 2 minutos, ele percorreu o percurso de pouco mais de 700 metros, entre o alto do morro e um campo que fica atrás da Escola Estadual José Brandão, e comemorou sua vitória.
Assista aos melhores momentos do evento.
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06/06/2013
Gastronomia mineira será destaque em festival
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| A exemplo de 2011, evento deve reunir bom público no Poliesportivo (Foto: Mário Lúcio de Almeida/Jornal Opinião) |
Christiano Junqueira é atração no fim de semana
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| Comediante se apresentará no Cine Teatro neste fim de semana (Foto: Divulgação) |
A convite de Leonardo Távora, presidente da Fundação Casa de Cultura, o humorista Christiano Junqueira virá a Caeté neste sábado, às 21h, no Cine Teatro, para um show inédito em Caeté. Os ingressos custam R$ 20 e estão à venda na bilheteria. Crianças, estudantes e idosos pagam meia-entrada.
Fundação Casa de Cultura de Caeté: 3651.3239
AngloGold Ashanti receberá prêmio estadual
A AngloGold Ashanti Brasil recebe, em 11 de junho, o Prêmio Mineiro de Gestão Ambiental, edição 2012. O prêmio é uma iniciativa do governo do estado, e um dos principais do país, com o objetivo de incentivar as organizações mineiras a buscarem a excelência na gestão ambiental de seus negócios. A solenidade de entrega do PMGA, marcada para as 17h, no Auditório Juscelino Kubitschek, na Cidade Administrativa, terá a presença do governador de Minas Gerais, Antonio Anastasia, de representantes da empresa e autoridades.
Descida do Morro Serrote será realizada neste fim de semana
Criado para divulgar esporte de aventura, evento promete reunir vários praticantes do mountain bike
A 1ª edição da Descida do Serrote será realizada neste fim de semana. A competição de downhill, uma modalidade do mountain bike, será realizada sábado e domingo, a partir das 9h, com largada no alto do Morro Serrote. A chegada será no campo atrás da Escola Estadual José Brandão.
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| Morro Serrote: trecho por onde passarão os competidores (Foto: Caeté Radical) |
O trajeto tem pouco mais de 700 metros. De acordo com a organização, vence a disputa quem fizer o menor tempo em duas descidas. Para participação, será obrigatória a utilização de capacete e roupas apropriadas. Diversas pessoas ligadas ao mountain bike, além de outros esportistas da cidade, são esperadas nos dois dias do evento.
A Descida do Serrote é uma iniciativa do Caeté Radical, grupo criado há seis meses, que reúne vários ciclistas da cidade. Segundo Wilker Jordão, um dos organizadores, as expectativas são as melhores possíveis.
“Torcemos para que apareçam novos competidores e também contamos com a presença dos admiradores desse esporte, que poderá ser acompanhado na área do ‘campão’, atrás do Estadual. Esperamos que tudo ocorra bem, dando assim o pontapé inicial em uma série de eventos que visam marcar Caeté no circuito dos esportes de aventura”, anima-se.
Saiba como se inscrever e obtenha mais informações no site do grupo
30/05/2013
VÍDEO: Programa 'Minha Casa, Minha Vida' completa 1 ano em Caeté
Moradores relatam dificuldades em conjunto habitacional, mas afirmam que qualidade de vida melhorou
Programa habitacional do governo federal que busca reduzir o déficit habitacional no país e estimular a criação de empregos e de investimentos no setor da construção, o “Minha Casa, Minha Vida” fez surgir uma densa região populacional no Pito Aceso, em Caeté. Destinadas às famílias de baixa renda, as unidades habitacionais representam a realização de um sonho antigo de muitas pessoas, que é o de ter a casa própria, mas, ao mesmo tempo, essa transformação repentina da região também trouxe vários desafios. Entre os principais problemas, defeitos estruturais em alguns apartamentos, falta de serviços públicos na região e a criminalidade.
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Programa habitacional do governo federal que busca reduzir o déficit habitacional no país e estimular a criação de empregos e de investimentos no setor da construção, o “Minha Casa, Minha Vida” fez surgir uma densa região populacional no Pito Aceso, em Caeté. Destinadas às famílias de baixa renda, as unidades habitacionais representam a realização de um sonho antigo de muitas pessoas, que é o de ter a casa própria, mas, ao mesmo tempo, essa transformação repentina da região também trouxe vários desafios. Entre os principais problemas, defeitos estruturais em alguns apartamentos, falta de serviços públicos na região e a criminalidade.
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23/05/2013
300 anos de Caeté
Até firmar-se como destino turístico, são muitos os desafios que Caeté tem pela frente. Investir na preservação e valorização do nosso patrimônio e dotar a cidade de equipamentos e de serviços relacionados com o desenvolvimento do turismo devem ser prioridades
Beneficiar Caeté do turismo como fonte para seu desenvolvimento socioeconômico, analisando o cenário atual, não parece ser uma tarefa das mais fáceis para a cidade. Ao longo de décadas e muitos governos, o poder público pouco acreditou e explorou o potencial turístico de Caeté, tanto em relação ao histórico quanto ao natural, e por pouco acreditar nessa potencialidade não houve investimento na preservação e valorização de seu patrimônio material e imaterial. Quais ações estão sendo realizadas para que a cidade se firme como um destino turístico de verdade?
Faltam 266 dias para Caeté completar 300 anos de emancipação política. A contagem regressiva para as comemorações da criação de Vila Nova da Rainha foi aberta dia 19 de abril deste ano, com muita pompa, pelo poder público. Mas, a despeito de esse ser um período festivo e aguardado por várias pessoas, as comemorações do tricentenário de Caeté também trazem consigo algumas incertezas na medida em que se leva em conta o objetivo do governo municipal, que é recuperar o potencial turístico perdido por Caeté ao longo dos últimos anos, diante de um cenário extremamente desafiador.
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| Serra da Piedade e Igreja matriz de Nossa Senhora do Bom Sucesso estão entre atrativos da cidade (Foto: Gustavo Pinheiro) |
De forma discreta, a Prefeitura de Caeté tem divulgado algumas ações, a maioria pontuais, em benefício do setor e se associado a projetos para fortalecer a imagem do município em outras regiões - tudo ainda de forma incipiente. Depois de quase dez anos, a cidade voltou a ter uma secretaria municipal para cuidar especificamente de turismo e cultura e, ao que tudo indica, os investimentos podem crescer. Para a presidente do Movimento Artístico, Cultural e Ambiental de Caeté, a medida é interessante, mas ainda não é suficiente. “É necessário planejamento, visão estratégica e a contratação de profissionais capazes de criarem e executarem bons projetos”, observa Ana Flávia Gonçalves. Conforme ela, o fortalecimento e valorização dos conselhos municipais também se torna de suma importância, “pois através deles se efetiva a participação democrática da comunidade na vida da cidade.”
Segundo Ana Flávia, o potencial artístico do caeteense é pouco valorizado, o que cria uma mentalidade coletiva de que temos um município com menos importância que os outros no que se refere ao cenário cultural. “Uma mudança de mentalidade, a efetivação de políticas públicas eficazes e investimento se tornam cada vez mais urgentes. A associação com outras cidades da região que possuem as mesmas características, permite a criação de circuitos onde a soma de atrativos faz todas ganharem. A organização de um projeto, com bastante antecedência, para a comemoração dos 300 anos da cidade, abrangendo diversas áreas, já demonstra um certa maturidade da nova administração. Esperamos que o investimento intelectual, político e financeiro continue durante todo o governo”, salienta.
Poder público e comunidade precisam se unir
Prefeito de Ouro Preto por três vezes, Ângelo Oswaldo de Araújo Santos foi um dos responsáveis, em 2011, pelas intensas celebrações dos 300 anos da criação de Vila Rica. Em entrevista ao Opinião, o ex-prefeito de uma das cidades mais importantes do circuito turístico nacional avalia que essas comemorações tendem a reforçar os laços de pertencimento e cidadania dos moradores para com a sua cidade. “Quem conhece a história de Caeté, não pode duvidar do Brasil e acredita na coragem e na energia do povo mineiro. É importante que o poder público e comunidade se unam para valorizar Caeté com base numa data tão expressiva”, afirma.
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| Ângelo Oswaldo foi prefeito de Ouro Preto por três mandados (Foto: Lamberto Scipioni) |
Indicado para presidir o Instituto Brasileiro de Museus, órgão federal com sede em Brasília, Ângelo é um grande conhecedor da história de Caeté, cidade pela qual mantém considerável afeição. “Sempre tive admiração por Caeté, que sabe conservar suas marcas identitárias de cidade histórica mineira. Houve transformações, é claro, promovidas pelo ciclo do minério de ferro e a siderurgia, mas a cidade mantém o seu caráter”, diz. Para ele, se Caeté quiser se beneficiar do turismo, são necessárias políticas de cultura e de turismo mais arrojadas.
“O potencial de Caeté é muito grande e o ponto principal me parece ser a Serra da Piedade, pouco explorada. É preciso mostrar a riqueza ali guardada. O Museu Regional é outro ponto de destaque. Os casarões antigos podem abrigar muitas atividades de interesse turístico. É preciso lembrar que a história não ficou no século XVIII. Aí está o Solar do Tinoco, lembrando os governadores João e Israel Pinheiro. A região tem tudo para atrair visitantes se se organizar para isso”, observa.
Para que não perca suas potencialidades, a área de turismo exige atenção permanente do poder público, conforme assegura Ângelo Oswaldo. Tornar os pontos turísticos de Caeté mais conhecidos em outras regiões é, segundo ele, uma das alternativas para “vender” a imagem do município aos turistas. “Caeté tem os atrativos, mas quem projeta esse potencial dentro e fora de Minas? A comunidade, os empresários, a Prefeitura? A Serra da Piedade, com seu observatório astronômico e o santuário, deveria tornar-se um verdadeiro emblema do turismo na região metropolitana e no coração de Minas”, comenta.
Caeté tem potencial para receber o Comida di Buteco, diz criador do festival
Idealizador do festival Comida di Buteco, que teve a edição belo-horizontina encerrada no último sábado, o chef Eduardo Maya comemora a 14ª edição do concurso que vem conquistando diversas outras cidades por todo o país. Realizada entre abril e maio, a edição BH reuniu 45 bares na disputa, que teve a linguiça e a mandioca como principais ingredientes.
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| Para chef, Caeté tem potencial de receber festival Comida di Buteco (Foto: Beto Eterovick) |
“Costumo dizer que o sucesso só vem antes do trabalho no dicionário. O festival é um trabalho muito árduo”, conta Eduardo, que promoveu a seleção dos bares participantes em 16 cidades brasileiras. “É um projeto que valoriza a cultura de raiz, sendo o primeiro do setor no Brasil. Hoje o mundo fala muito sobre a cozinha de raiz, mas nós já falamos disso há 15 anos.”
Aproveitando a excelente fase do Comida di Buteco, Eduardo Maya anuncia que está abrindo franquias para que outras cidades também posam participar do projeto. Caeté, segundo ele, pode aproveitar o potencial de seus bares para repetir a iniciativa, que já é sucesso por todo o país. “Como não temos braços para atender todo mudo, estamos abrindo franquias. Se tiver alguém em Caeté interessado em fazer o Comida di Buteco, vamos sentar e conversar. Há um potencial a ser explorado”, anima-se.
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16/05/2013
VÍDEO: Caeté comemora a 11ª Semana Nacional de Museus
Mobilizar os museus brasileiros a desenvolver atividades especiais estão entre as metas da Semana Nacional do Museu, projeto do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), que chega à sua 11ª edição neste ano, envolvendo instituições por todo o país. Em Caeté, os museus Regional e Casa João e Israel Pinheiro estão com uma programação especial até este sábado, 18 de maio, quando é comemorado o Dia Internacional de Museus.
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Prefeitura tem interesse em assumir o Estádio Gaston Maigné
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| Imagem aérea mostra evento realizado no estádio, em 2010 (Foto: Spyd Color) |
Com as notícias de que empresários do setor imobiliário teriam interesse em comandar um projeto de transformar em condomínio residencial o campo do Ferro Brasileiro, em José Brandão - para surpresa de muitos, que pensavam que o antigo Estádio Gaston Maigné, de tantas glórias, depois do fechamento da Barbará, tivesse passado às mãos do Município -, o prefeito Zezé Oliveira decidiu se reunir com um proprietário do campo, demonstrando o interesse da Prefeitura na manutenção do local como estádio de futebol.
Segundo informações da assessoria de imprensa da Prefeitura, diante da “expressiva manifestação” do prefeito em manter as características do local, as partes estão em entendimento para que uma solução plausível seja encontrada e Caeté ganhe mais um espaço público para prática de esportes.
Até o momento, no entanto, nenhum detalhe das negociações foi revelado pelo governo municipal. Embora pertença à iniciativa privada, o campo é considerado por muitos como um patrimônio coletivo de Caeté.
Zezé e os rodeios
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| Evento apoiado por prefeito é considerado por especialistas como tortura aos animais (Foto: Arquivo Jornal Opinião) |
No momento em que o prefeito Zezé Oliveira debate a definição de políticas de proteção animal na cidade junto a uma entidade da área, a Prefeitura de Caeté apoia a realização de um rodeio. Conforme alguns especialistas, competições dessa natureza são configuradas como tortura aos animais.
13/05/2013
Caeteense é destaque em reportagem do New York Times
As condições extremamente adversas da floresta e o cobiçado treinamento promovido pelo Exército brasileiro na Amazônia foram destaques de reportagem publicada pelo New York Times no último dia 6 de maio, quando o jornal mostrou o trabalho do Centro de Instrução de Guerra na Selva, uma das instituições mais exigentes de seu tipo nos trópicos.
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| Participantes são obrigados a correr em formação sob chuva incessante (Foto: Mauricio Lima /NYT) |
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| Major do Exército, José Maria Ferreira (Foto: Arquivo pessoal) |
Leia a reportagem (em inglês)
10/05/2013
Poliesportivo recebe feira de adoção de animais
A Sociedade Galdina Protetora dos Animais e da Natureza (SGPAN) promove sábado, dia 11 de maio, mais uma feira de adoção de animais, a partir de 10 horas, no Poliesportivo. Voluntários da SGPAN levarão vários filhotes de ninhadas resgatadas recentemente pela ong e que precisam de adotantes. Para adotar, basta preencher e assinar uma ficha com todos os dados pessoais, se comprometer a cuidar bem do animal e não abandoná-lo.
Através das campanhas de adoção, além de conseguir adotantes para os animais de rua, a SGPAN quer conscientizar as pessoas de que animais não são objetos de consumo e, por isto, nao devem ser comprados. "Há muitos animais abandonados, os lares temporários estão lotados de animais aguardando adotantes", destaca Jussara Carvalho, presidente da SGPAN.
09/05/2013
Entrada de Caeté será revitalizada
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| Cerca de 80 postes serão instalados entre escola e avenida Mundeus (Foto: Gustavo Pinheiro) |
A entrada de Caeté pelo Mundeus, após revitalização que ocorrerá nos próximos meses, ficará mais bonita e segura. O trecho entre a escola José Lourenço Laudate e a avenida Mundeus receberá aproximadamente 80 postes de concreto para instalação de luminárias de vapor de sódio. A obra, segundo o governo municipal, ainda vai contemplar a implantação de rede elétrica trifásica na região.
02/05/2013
Falta de planejamento emperra Distrito Industrial de Caeté
Apresentado à população como alternativa para geração de empregos, projeto completa 10 anos sem sair do papel
Apresentado pelo poder público em 2003 como uma promessa para tentar dinamizar a economia de Caeté, o Distrito Industrial ainda está longe de ser um fator diferencial na reabilitação econômica da cidade. Dez anos após a criação do espaço produtivo, a área que deveria receber diversos empreendimentos, especialmente para suprir a demanda local por empregos e contribuir com impostos à administração municipal, parece estar indisponível à inovação e à tecnologia. Isso ocorre ao mesmo tempo em que muitos caeteenses não encontram oportunidades de trabalho na cidade e precisam se deslocar dentro da Grande Belo Horizonte, muitas vezes em situação precária, em busca de emprego.
O Distrito Industrial está localizada ao lado do bairro Vila das Flores, em continuidade à antiga Fazenda Ouro Fino, num local de topografia muito acidentada. A área, de aproximadamente 35 hectares, pertence ao município e tem hoje mais de 25 lotes distribuídos em 2 quadras. O terreno foi doado à Prefeitura de Caeté, em 2003, pela Saint Gobain, contando com aprovação da Companhia de Distritos Industriais, órgão estadual hoje anexado à Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais. Desde a sua criação, pouco foi feito no sentido de dotar o parque de infraestrutura necessária à instalação das fábricas.
Nos últimos anos, durante a gestão de Ademir Carvalho, prefeito que encerrou seu mandato no ano passado, o poder público deu início a uma política de doar terrenos à iniciativa privada, acreditando que o simples fato de transmitir gratuitamente a posse da área, sem favorecer o local com alguma infraestrutura, seria o suficiente para atrair indústrias. “O município disponibiliza apenas a área, tendo o empresário a responsabilidade pela infraestrutura e investimentos de implantação”, afirmou Fernando Silva, então secretário municipal de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente, em 2011. As diretrizes apontadas por Ademir, que praticamente esquivam a Prefeitura de gastar recursos no local, não serão modificadas por Zezé Oliveira, conforme sinalizou o próprio governo.
Sem diretrizes claras
Com a conivência da Câmara Municipal, pelo menos quatro empresas ganharam lotes no Distrito Industrial de Caeté, entretanto apenas uma deu início às operações. Ao receber da Prefeitura o terreno, os empreendedores se comprometeram a cumprir uma série de formalidades, entre elas garantir o início dos trabalhos em prazo determinado e oferecer número mínimo de empregos, sob pena de o lote voltar a pertencer ao município em caso de descumprimento. Informalmente, alguns empresários dizem que não estão conseguindo cumprir o acordo.
A Prefeitura garante que irá fiscalizar todo o processo de doação de terrenos. Segundo o governo municipal, as empresas que não cumprirem as diretrizes terão de devolver a área ao município. O poder público não informa, no entanto, o que está fazendo para garantir o cumprimento dos contratos, nem sabe dizer quantos postos de trabalho o polo gera a Caeté. “Estamos analisando a melhor maneira para que o Distrito Industrial seja bom para todos os munícipes”, resumiu a Prefeitura, que vem dando passos lentos quando o assunto é desenvolvimento econômico.
Planejamento é fundamental, avalia economista
A implantação de um distrito industrial em Caeté é vista com bons olhos por Frederico Penido de Alvarenga, professor de Economia e Finanças do Ibmec Business School. Ele adverte, no entanto, que a criação do polo industrial não deve servir apenas como uma resposta política do poder público, mas uma iniciativa a ser desenvolvida a partir de planejamento e continuidade das ações, independentemente da mudança dos administradores locais. “Antes de implantar um distrito industrial, há necessidade de pesquisar se há demanda para este investimento, quais tipos de empresas seriam melhores para a cidade de Caeté e se há infraestrutura para atender este polo. Senão há um bom risco de virar elefante branco”, observa.
Para Frederico, o poder público deve trabalhar em conjunto com o setor privado, e uma das alternativas apontadas por ele para a Prefeitura de Caeté é a efetivação de parceria com a Aciac. “É preciso fomentar a compra local, evitando a perda de consumo para Belo Horizonte, estimular a pequena empresa, capacitar novos empreendedores, fazer um programa de compras públicas municipais e trazer o ‘sistema S’ (Sebrae, Senai, Sesc etc.) para apoiar os projetos”, sugere. “Mas precisa de alguém com boa formação à frente deste projeto, que tenha bom trânsito com os empresários locais e que seja da área.”
Como Caeté gostaria de estar em 30 anos?
Dependente quase que exclusivamente de repasses constitucionais, conforme declarou o prefeito Zezé Oliveira logo após tomar posse, em janeiro, Caeté se vê diante da possível autorização de funcionamento do projeto Apolo, da Vale, o que promete mudar para melhor a situação financeira da Prefeitura. Segundo o economista, o recurso adicional proveniente da mineração tem que ser parcialmente utilizado para criar novas alternativas para a cidade.
“Uma cidade atualmente é como uma empresa, não consegue ser boa em tudo que faz, precisa se especializar e focar suas atenções em áreas e setores onde possuem vantagens competitivas. Este é o desafio para Caeté: como ela gostaria de ser daqui a 30 anos e o que precisa ser feito para chegar lá? E como não se perder ao longo de várias mudanças políticas que acontecerão até lá.”
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Gustavo Pinheiro
Apresentado pelo poder público em 2003 como uma promessa para tentar dinamizar a economia de Caeté, o Distrito Industrial ainda está longe de ser um fator diferencial na reabilitação econômica da cidade. Dez anos após a criação do espaço produtivo, a área que deveria receber diversos empreendimentos, especialmente para suprir a demanda local por empregos e contribuir com impostos à administração municipal, parece estar indisponível à inovação e à tecnologia. Isso ocorre ao mesmo tempo em que muitos caeteenses não encontram oportunidades de trabalho na cidade e precisam se deslocar dentro da Grande Belo Horizonte, muitas vezes em situação precária, em busca de emprego.
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| Distrito Industrial de Caeté, criado há dez anos, está longe de ser um fator diferencial na economia da cidade (Foto: Gustavo Pinheiro) |
Nos últimos anos, durante a gestão de Ademir Carvalho, prefeito que encerrou seu mandato no ano passado, o poder público deu início a uma política de doar terrenos à iniciativa privada, acreditando que o simples fato de transmitir gratuitamente a posse da área, sem favorecer o local com alguma infraestrutura, seria o suficiente para atrair indústrias. “O município disponibiliza apenas a área, tendo o empresário a responsabilidade pela infraestrutura e investimentos de implantação”, afirmou Fernando Silva, então secretário municipal de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente, em 2011. As diretrizes apontadas por Ademir, que praticamente esquivam a Prefeitura de gastar recursos no local, não serão modificadas por Zezé Oliveira, conforme sinalizou o próprio governo.
Sem diretrizes claras
Com a conivência da Câmara Municipal, pelo menos quatro empresas ganharam lotes no Distrito Industrial de Caeté, entretanto apenas uma deu início às operações. Ao receber da Prefeitura o terreno, os empreendedores se comprometeram a cumprir uma série de formalidades, entre elas garantir o início dos trabalhos em prazo determinado e oferecer número mínimo de empregos, sob pena de o lote voltar a pertencer ao município em caso de descumprimento. Informalmente, alguns empresários dizem que não estão conseguindo cumprir o acordo.
A Prefeitura garante que irá fiscalizar todo o processo de doação de terrenos. Segundo o governo municipal, as empresas que não cumprirem as diretrizes terão de devolver a área ao município. O poder público não informa, no entanto, o que está fazendo para garantir o cumprimento dos contratos, nem sabe dizer quantos postos de trabalho o polo gera a Caeté. “Estamos analisando a melhor maneira para que o Distrito Industrial seja bom para todos os munícipes”, resumiu a Prefeitura, que vem dando passos lentos quando o assunto é desenvolvimento econômico.
Planejamento é fundamental, avalia economista
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| Economista avalia que distrito pode virar 'elefante branco' (Foto: Revista De Fato) |
Para Frederico, o poder público deve trabalhar em conjunto com o setor privado, e uma das alternativas apontadas por ele para a Prefeitura de Caeté é a efetivação de parceria com a Aciac. “É preciso fomentar a compra local, evitando a perda de consumo para Belo Horizonte, estimular a pequena empresa, capacitar novos empreendedores, fazer um programa de compras públicas municipais e trazer o ‘sistema S’ (Sebrae, Senai, Sesc etc.) para apoiar os projetos”, sugere. “Mas precisa de alguém com boa formação à frente deste projeto, que tenha bom trânsito com os empresários locais e que seja da área.”
Como Caeté gostaria de estar em 30 anos?
Dependente quase que exclusivamente de repasses constitucionais, conforme declarou o prefeito Zezé Oliveira logo após tomar posse, em janeiro, Caeté se vê diante da possível autorização de funcionamento do projeto Apolo, da Vale, o que promete mudar para melhor a situação financeira da Prefeitura. Segundo o economista, o recurso adicional proveniente da mineração tem que ser parcialmente utilizado para criar novas alternativas para a cidade.
“Uma cidade atualmente é como uma empresa, não consegue ser boa em tudo que faz, precisa se especializar e focar suas atenções em áreas e setores onde possuem vantagens competitivas. Este é o desafio para Caeté: como ela gostaria de ser daqui a 30 anos e o que precisa ser feito para chegar lá? E como não se perder ao longo de várias mudanças políticas que acontecerão até lá.”
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26/04/2013
Infraestrutura precária compromete Distrito Industrial de Caeté
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| Distrito Industrial: falta de planejamento emperra desenvolvimento econômico da cidade (Foto: Gustavo Pinheiro) |
Em dezembro de 2003, a Companhia de Distritos Industriais de Minas Gerais, hoje anexada à Codemig, apresentava à Prefeitura informações sobre a criação de um Distrito Industrial em Caeté, com localização no bairro Vila das Flores. À época, foram apresentadas ao Executivo local as plantas do complexo de cerca de 35 hectares que deveria receber investimentos de diversas empresas em busca de melhor desenvolver a região. Dez anos após o ocorrido, o que deveria ser um espaço produtivo para dinamizar a economia local e reabilitar nossa região, não consegue sequer contribuir com o desenvolvimento social e econômico do município.
24/04/2013
Governador Antonio Anastasia fala com exclusividade ao Jornal Opinião
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| Entrevista com governador Antonio Anastasia é destaque desta quinta-feira, 25 Foto: Omar Freire/Imprensa MG |
Questões importantes para Caeté, como a duplicação da BR-381 e a aprovação do Projeto Apolo, da Vale, além dos investimentos previstos para a cidade nas áreas de mobilidade urbana e turismo estão na entrevista exclusiva que o chefe do Executivo mineiro, governador Antonio Anastasia, concedeu nesta semana ao Jornal Opinião. A entrevista, que será publicada nesta quinta-feira, 25, faz parte das comemorações dos 46 anos do jornal.
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