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02/12/2010

High Society 02/12

Deixa pra lá
Há quem insista em dizer que a área do Distrito Industrial de Caeté é inadequada para a instalação de empresas. Ora, se inadequada fosse, o terreno não teria sido doado pelo Grupo Saint Gobain, em maio de 2003, nem aprovado pela Companhia de Distritos Industriais. Em Minas há 52 distritos implantados e em funcionamento, gerando divisas para suas regiões. Enquanto isso, em Caeté... Ah, deixa pra lá. Mas, afinal, onde mesmo é o Distrito Industrial de Caeté? Charneaux ou Vila das Flores?


Parque de exposições
O Clube do Cavalo de Caeté está se preparando para se tornar um parque de exposições. De acordo com o novo projeto do presidente da entidade, Luciano Aguiar, as novas estruturas poderão receber até 20 mil pessoas.


Troca de comandos
Acompanhando a quase sacramentada mudança de direção do PSDB de Caeté, agora é a vez do PMDB local poder trocar de dirigentes. Isso representa que os antigos oligarcas, que se mantinham em ambos os partidos, perderam força política e poderão dar lugar a novas lideranças locais.


Enquanto isso, na Assembleia
O novo presidente da Assembleia de Minas deverá ser o deputado Dinis Pinheiro.


Servidores públicos
O convênio de um plano odontológico que irá beneficiar os servidores públicos municipais filiados ao Sispmuc está em fase final de negociação. A medida vai beneficiar uma série de pessoas e mostra quão atento às questões que trazem bem estar aos associados está o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Caeté, presidido pela competente Solange Esteves Nardy Silva.


Transparência pública
Todas as informações sobre a execução orçamentária e financeira de municípios com menos de 50 mil habitantes - leia-se Caeté - deverão ser disponibilizadas na internet, como já é feito em nível federal. Até 2013, por força de lei, a Prefeitura deverá ter o seu Portal da Transparência.


Pelos aniversários, High Society cumprimenta: Aristóbulo Nunes Silveira, Monaliza Machado, Pedro Lima, Mariângela Oliveira, Aminah Carvalho, Bárbara Marques e Aline Pinheiro



Maria Pinheiro, Rafaela Nóbrega, Coralina Ferreira e Flávia



O casal Walter e Ção Brito, e Neto Fonseca



Sandrinha Melo, Fernanda Sena, Lulu Teles, Fátima e Nina Perdigão



Aline Teles e Miguel Marques

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09/03/2010

SISPMUC denuncia Prefeitura de Caeté

Sindicato de Caeté reabre Termo de Ajustamento de Conduta contra procedimentos arbitrários da Prefeitura. Presidenta e diretora da FESEMPRE não desiste da luta e volta a acionar o Ministério Público devido a possíveis desmandos administrativos cometidos na gestão de Ademir da Costa Carvalho (PL).

Mesmo taxada de “baderneira” e “perturbadora da administração pública”, a sindicalista Solange Nardy, diretora da FESEMPRE e presidente do Sindicato de Caeté (SISPMUC), persiste nas cobranças de transparência e ética para com a prefeitura da cidade.

Ela reabriu o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) de 2005, referente a diversas irregularidades administrativas, como desvio de função, falta de epi´s (equipamentos de proteção individual), funcionários fantasmas, nepotismo, terceirização na frota de veículos e de motoristas etc.

“São tantas as irregularidades que apurei que poderia gastar um dia para descrevê-las”, ironiza. Ela acusa o prefeito de favorecimento com dinheiro público, pois terceirizou motoristas, apesar de haver concursados em número suficiente para a função. “Os veículos estão sem manutenção. O acidente ocorrido com uma ambulância, ferindo não só motorista, mas pacientes, acusou falha mecânica, não humana”, complementa Nardy.
A sindicalista foi eleita pelos servidores de Caeté, em novembro de 2009, como representante legal dos funcionários da prefeitura na Comissão Interna de Prevenção de Acidentes e tomaria posse de imediato, mas até hoje não foi empossada, dada a perseguição do prefeito. Em vista disso, a CIPA não funciona de acordo com as normas do Ministério do Trabalho.
Processo simplificado duvidoso
As denúncias de Nardy ao Ministério Público Federal não param por aí. A sindicalista reuniu provas de que o último processo simplificado de contratação foi duvidoso. “Pela lei, para ser servidor, só concursado. Mas em Caeté há desacobertamento do concurso desde novembro de 2009. A prefeitura então apenas publicou edital no jornal informando o número de vagas para professores e no final quem entrou foram pessoas aparentemente favorecidas, já que muitas são parentes de fncionários de alta cúpula. Falta transparência nos critérios”.
Caso confirmada a denúncia, o processo simplificado não atenderia às prerrogativas do artigo 37, inciso IX da Constituição Federal, pois com a contratação de parentes e indicados constataria-se direcionamento de resultados.

Adendos do processo
Além disso, há dois importantes adendos no processo. O primeiro acusa que o Conselho Municipal de Educação ficou inexistente em 2009. “Com a reunião do dia 18 24 deste mês, assumi o cargo da presidência. Mas isso não anula a irregularidade administrativa. É o conselho que fiscaliza o Fundeb, a aplicação das verbas destinadas à educação”, salienta.
O segundo refere-se à expulsão de um servidor e seu impedimento de tramitar pelas dependências da Secretaria Municipal de Obras e Urbanismo. “É um órgão público, do cidadão, não de quem ocupa a cadeira. O servidor, concursado há 25 anos, foi injustiçado com desmandos só por ter reivindicado o direito de ser motorista efetivo. Está no banco, na chocadeira, há anos”, complementa ela.

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