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19/07/2012

Sorry, Caeté


Gustavo Pinheiro


Os telejornais ‘Bom Dia Minas’ e ‘MGTV 1ª edição’, da TV Globo Minas, exibem até amanhã, 20, uma série de reportagens sobre o ciclo do ouro em Minas Gerais. Por ter tido grande importância histórica nesse período, cidades como Ouro Preto, Sabará e Mariana são os maiores destaques do projeto. 
Segue...
Mais uma vez, e isso parece incrível, a participação de Caeté, cidade que tem sua origem ligada ao início do ciclo do ouro e palco de tantos fatos marcantes no Estado, foi completamente ignorada pelas reportagens. 
Por fim
Uma das produtoras da série informou à coluna High Society, do Jornal Opinião, ontem à noite, que Caeté até chegou a ser cogitada para ser um dos destaques da série, mas os trabalhos foram concentrados em outras localidades.
Sorry, Caeté, diria alguém conhecido. Ou aquele abraço!


Berço da Guerra dos Emboabas, Caeté foi ignorada por série do MGTV (Foto: reprodução/internet)


15/09/2010

VÍDEO: Esportes regionais

Esse vídeo é antigo, mas resolvi mostrá-lo pra quem ainda não viu. Fiquei espantado com as imagens! Trata-se de certas chamadas para um programa da Fox que mostra esportes variados pelo planeta - os esportes regionais. A justificativa para o programa é a de que o esporte que mais nos interessa é o da nossa região, como o futebol, por exemplo.


Mas o futebol está bem longe de ser parecido com os esportes mostrados no vídeo. Se são verdadeiros, não sei. Cabe a você, caro internauta, tirar suas próprias conclusões.


O cara tentando segurar a árvore é medonho, mas aquele pulando do precipício é o pior! #FAIL

25/03/2010

High Society 25/3


Caeté na Globo
Mais uma vez Caeté se fez representar na telinha da Globo, através de um lindo vestido vermelho exibido pela ex-BBB Morango, no programa Zorra Total, no último sábado. O modelo é da confecção da caeteense Liliane Zacarias que, aliás, já está lançando a moda outono/inverno e que, além de alugar, também vende as peças. Basta marcar um horário para ter aquele atendimento VIP que só a Liliane sabe oferecer.

NADA A VER: pessoas sem o menor perfil e, principalmente, preparo político, saírem às ruas cobiçando algum cargo nas próximas eleições municipais. Nada a ver, mesmo!

Nas ondas do rádio
A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) poderá monitorar a programação de algumas rádios comunitárias da Grande BH (incluindo Caeté), objetivando a constatação de possíveis irregularidades na programação dessas emissoras.

Semana da inclusão digital
Várias cidades no país já oferecem internet banda larga gratuita e ilimitada para a toda a população (via conexão wireless). O porte dessas cidades varia muito e, algumas delas, são muito parecidas com Caeté. A iniciativa é um bom exemplo de política de inclusão digital. Mas engana-se quem pensa que um projeto desse tipo seria inviável e muito caro. Já é comprovado que o custo para disponibilizar internet gratuita para toda a população não é o maior problema. O problema é a falta de empenho de muitos prefeitos em abrir a janela da população para o mundo, pois a internet é uma ferramenta de informação e pesquisa útil para toda a comunidade.

Mea culpa
Apesar da população ser a principal culpada pela Dengue, muitos afirmam tomar alguma atitude para evitar o problema. Não deixa de ser uma contradição pois, naturalmente, as pessoas não se incluem como culpadas. É a velha história de que a culpa é sempre do meu vizinho e, de vizinho em vizinho, chegamos a centenas de casos confirmados de Dengue em Caeté.


Romantismo no “sim” de Maria Thereza e Fernando Victoriano


Depois de alguns anos de namoro, a socióloga Maria Thereza Castro se casou com o administrador de empresas Fernando Victoriano, em linda cerimônia realizada no Salão Paroquial de José Brandão, sendo o casal prestigiado por amigos e familiares. No Chácara de Minas, os noivos apaixonados receberam os convidados em elegante recepção, num peculiar dia de outono


Maria de Lourdes Gouvêa Vitoriano, Fernando Antônio de Castro, e Maria Emília, durante a recepção de casamento, no Chácara de Minas







Marianna Freitas completou 18 anos terça feira
e tem muito que comemorar.
A garota cursa Serviço Social na Ufop, em Mariana










 


Visite o site do Jornal Opinião

15/03/2010

Vendo tudo acontecer...


Por que essa cara de espanto?

Bem, essa foto foi tirada já há algum tempo (no MIX), e serviu para uma campanha publicitária do site vcnanet. A imagem propõe uma cena de susto, que mais tarde seria manipulada no computador para colocar os três apresentadores de vídeo do site num cenário mais assombroso do que essa simples parede laranja. Gustavo, Maria e Ricardo não estavam, lógico, assustados com coisa alguma, mas seguindo apenas um roteiro.
Os três jovens, alegres e baladeiros dessa foto esboçam uma reação de indignação – mesmo sem que se saiba por que eles estariam indignados. O que se sabe é que eles são bem determinados, nada complacentes com alguns fatos e atitudes e, principalmente, não deixam as coisas passarem despercebidas.
Mas essa não é uma realidade geral. Que bom seria ver não três, nem trezentos, mas muitos jovens e adultos fazendo as coisas acontecerem, se importando com as questões que realmente importam, procurando viver numa sociedade melhor, mais justa e fraterna. Não, esse não é um desejo de ideologia abstrata.
Querer um mundo melhor implica em começar de dentro para fora. De nada adianta abonar a luta pelo não desmatamento e não cuidar do próprio quintal, da rua, do bairro. Não é possível querer um mundo melhor e esquecer dos problemas que assolam nossa própria comunidade.
 E você, caro internauta, está assustado com alguma coisa, ou está apenas vendo tudo acontecer? É benévolo com tudo e com todos, dissimulando um lindo cenário de luz e alegria? Comece a fazer algo pelo mundo, mas comece por sua casa, seu bairro, sua cidade. Aí, sim, o mundo pode mudar e essa cara de espanto pode desaparecer.

Espantados, mas alegres e festivos, cantamos um parabéns especial.
A festa foi para um buraco!


28/02/2010

Um caeteense brilhante

Vereador, deputado, construtor e primeiro prefeito de Brasília. Fundador da Vale e governador de Minas são apenas algumas das atribuições do caeteense Israel Pinheiro da Silva. Parte de sua história foi contada pelo Jornal Opinião, quando o semanário produzia a série especial de reportagens "Quais foram os prefeitos de Caeté?"

Visite o site do Jornal Opinião


Israel Pinheir
o da Silva nasceu em 4 de janeiro de 1896, em Caeté. Nessa época, seu pai, João Pinheiro, estava afastado da política estadual, cuidando da Cerâmica Nacional, mas ainda assim mantinha o cargo de agente executivo de Caeté. Israel era um aluno aplicado. Estudou no atual Colégio Anchieta, no Estado do Rio, na Escola de Minas, em Ouro Preto e também na Europa. Na escola da cidade mineira formou-se Engenheiro de Minas, Metalurgia e Civil. Casou-se em 1924 com Coracy Uchôa.

Israel Pinheiro pregava a mudança na mentalidade política. Essa seria uma forma de desenvolver o país. Em 1922 elegeu-se vereador e presidente da Câmara. Assumiu o cargo de agente do executivo, semelhante ao modelo do que hoje se chama de prefeito.

Como agente do executivo em Caeté, com apenas 26 anos, ele tinha um plano de desenvolvimento em fase de elaboração para a cidade. Na época a Usina de Tubos Centrifugados Barbará estava se instalando e Israel trabalhou em sua montagem. A vinda da usina foi facilitada pelo fato de Baldomero Barbará ter negócios em Minas Gerais, com a concessão da Loteria e ter recebido incentivos da prefeitura.

A gestão no município foi reconhecida por seus adversários, ganhando notoriedade no Estado. Um de seus adversários, que mais tarde tornou-se seu amigo, foi Carlos Carmelo de Vasconcelos Motta, pároco de Taquaraçú na época. Como bispo, Motta celebrou a casamento das filhas de Israel.

Israel foi convocado pelo governador Benedito Valadares para a secretaria de Agricultura, Indústria, Viação e Obras Públicas. A fase dinâmica de sua vida foi na criação e presidência da Companhia Vale do Rio Doce. Depois desse período foi deputado constituinte e participou das campanhas de Eurico Dutra e Juscelino Kubitscheck. Israel renunciou ao mandato de deputado para construir Brasília, a pedido de JK, onde foi presidente da Novacap. Esse era um trabalho eminentemente executivo, sendo seu maior perfil. Na capital federal foi o primeiro prefeito.
Foi governador de Minas Gerais de 1965 a 1971. Uma de suas obras, a construção de um parque de exposição da Gameleira, resultou numa tragédia que matou mais de 60 pessoas. Frustrando Israel que tinha o desejo de fazer um governo como o de seu pai, João Pinheiro, que morreu antes de concluir seu mandato de Presidente de Minas.
Israel Pinheiro morreu em 6 de julho de 1973, no Hospital das Clínicas, em Belo Horizonte.

O político foi retratado na minissérie JK, exibida pela TV Globo em 2006.

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“(...) Nunca vi uma coisa assim: um grande homem. (...) Ele me importa e me impressiona como um grande homem... dizia o poeta que o gênio é o que acompanha a natureza. Assim foi Israel Pinheiro. Força da natureza, ele ventava, chovia, trovejava, relampejava.”
Nelson Rodrigues
- O Globo 07/07/1973 -

Texto: Gustavo Pinheiro
Produção: Jornal Opinião
Colaborou com informações para essa matéria: Antônio Viana de Souza.
(
Edição 2009 de 8/11/2007)